Corinthians 4 x 2 Fluminense – A Sacanagem Institucionalizada
Torcida Tricolor.
A coluna é longa. Agradeço pela paciência de quem chegar ao final.
Não perdemos este jogo no apito final do patético árbitro Heber Roberto Lopes. Sequer perdemos quando Ronaldo pegou um rebote do goleiro Ricardo Berna, de perna direita, colocando uma bola com um certo grau de dificuldade no ângulo esquerdo de nossa meta. E nem perdemos quando Fred foi expulso (recebeu diretamente o cartão vermelho) ao xingar o árbitro após receber uma falta clara na entrada da área (que teria grandes chances de ser convertida, representando um empate em uma partida a qual estávamos perdendo por 3×0 até os 27 minutos do 2º tempo).
Começamos a perder esta partida no ano de 1986, quando, no escândalo das Papeletas Amarelas, sendo prejudicados no “jogo da Dengue” contra o Americano, em Campos, e deixando escapar o tetra-campeonato carioca para o trio Flamengo/Eurico Miranda/Eduardo Vianna “Caixa D´Água”. Quando fomos eliminados nas quartas-de-final do Brasileiro de 1986 ao perdermos para o São Paulo dentro do Morumbi por 2×0, em um jogo que nossos atletas, ao se machucarem e serem retirados de maca, eram lançados ao chão pelos maqueiros do time paulista, e as bolas sumiam após o adversário conseguir sua vantagem. E quando deixamos de ser parte da polarização do futebol carioca, perdendo espaço para o Vasco e virando freguês deles ao longo dos mais de 20 anos seguintes.
Continuamos a perder esta partida quando, administração após administração, começou o processo de terra arrasada, capitaneado por Fabio Egypto, que desmontou todo aquele maravilhoso time de 1983-85; o túmulo veio sendo aberto por Ângelo Chaves e a polítcia do “Bom, Bonito e Barato”, Arnaldo Santhiago (e o vexame da eliminação das semi-finais do Brasileiro de 1995, o “jogo da cachaça”), Gil Carneiro de Mendonça (”herói do primeiro rebaixamento) e Álvaro Barcellos (”bi-rebaixado e “homem do champagne”).
Perdemos um título da Copa do Brasil dentro de Porto Alegre, em 1992, no apito, sem falar no bi-vice Carioca de 1993-94, quando Eurico brincou de meter a mão na gente. Fomos tri-rebaixados onde, de vítimas, viramos vilões, por um pífio gerenciamento de imagem (até hoje o episódio do champagne é lembrado por todos, com aquele velho lema de que “o Fluminense precisa cair novamente para cumprir o que está devendo…”).
Veio David Fischell, o resgate parcial do fundo do poço, mas nada sustentável. A escassez de títulos (a invenção do São Caetano naquela derrota sofrida, mais uma, dentro do Maracanã em 2000 e a eliminação da Copa do Brasil em 2002 para o Brasiliense também no Maracanã doeram muito…), porém, com o fator positivo do fechamento de um contrato de patrocínio a longo prazo e de certa forma vantajoso e o estabelecimento da estrutura de Xerém e a revelação de alguns jovens talentos (que teriam revertido ao clube títulos e dinheiro, se tivessemos tido gente competente na administração).
E agora estamos no segundo “desmandato” Horcades, responsável por colapsar todo um tênue trabalho de resgate e, mesmo tendo sucessivamente um “budget” de patrocínio importante em nível nacional, conseguiu a façanha de perder, até, o domínio de títulos regionais para o grande rival (eu sei, há controvérsias…). Viramos motivo de chacota nacional pelo nosso “representante” ser uma Ofélia, que abre a boca e fala as mais indesculpáveis asneiras. Um rei bufão. A repugnância em forma de ser humano. O nosso símbolo, nosso representante, infelizmente…
Somos roubados, jogo após jogo, indeferentemente se a partida é dentro ou fora de nossa casa, ou se o adversário tem ou não uma camisa importante no cenário nacional. Estamos na mão do patrocinador, da Rede Globo, da Federação do Rio de Janeiro, da CBF e da mídia em geral. Não temos nenhuma representatividade. O torcedor do Fluminense é um grande abnegado, acreditando no dia de amanhã dentro de uma estrutura caótica, apodrecida.
Ontem, não perdemos quando a Rede Globo obrigou-nos a entubar uma mudança de data, mesmo contrariando o Estatuto do Torcedor. Pegaríamos o Corinthians cheio de cachaça nos cornos… E fomos meros atores coadjuvantes de uma patuscada onde, desculpem-me o termo chulo, “vestimos a fantasia de cú na festa de pica grossa”. Mas as Organizações Globo nos têm na mão, pois já pegamos importante valor emprestado para pagamento das inúmeras dívidas trabalhistas, sem falar nos adiantamentos de cotas televisivas (salvo engano, as cotas do ano de 2010 já estão integralmente comprometidas). E como negociar melhorias no contrato, como uma verba igual ou maior do que o Santos, mesmo com indicadores como compra de pacotes PPV, média de renda/público e festas maravilhosas como a da Libertadores 2008 se estamos com o ”pires na mão”? E esse contrato de fornecimento de material esportivo abjeto que temos com a Adidas, que nos paga, pelo menos, três vezes menos que o Palmeiras (e nem fiz a comparação com o que o Flamengo vem ganhando nesse contrato com a Olimpikus…)?
O cenário estava todo montado… feriado em São Paulo no dia seguinte, chance de bom público e de excelente índice de IBOPE na transmissão pela TV aberta para o Brasil todo (menos para MG, apesar de um jogo de final de Libertadores entre Cruzeiro x Estudiantes de la Plata no mesmo momento). Corinthians recém campeão da Copa do Brasil, no trabalho de resgate, onde o time ficou no “colo” da mídia e subiu conquistando a Série B de 2008 com umas 10 rodadas de antecedência. E o “carinho” aumentou com a contratação megalômana do Ronaldo e a conquista do título invicto do Paulista de 2009. A benção do presidente (???) Lula, corinthiano famoso, populista ao extremo, que levantou taça, deu beijo no Ronaldo e até “contatos de empreiteiras amigas está ajeitando para beneficiar seu time do coração”, mostrando que, neste país, o público e o privado se intercalam, se misturam, e nada acontece para impedir (obviamente, o Fluminense é o único time o qual as “benesses da viúva” não chegam: Flamengo, Vasco e Botafogo têm ou tiveram patrocínios e imóveis cedidos pelo bem público).
É a Sacanagem Institucionalizada. Ninguém nem se preocupa mais em esconder suas preferências. Independente de cargo, posição, status ou poder.
O momento que mais me envergonhou foi a tal “entrega de faixas”. Essa diretoria medíocre pode ter memória fraca, mas eu não tenho. Lembro bem demais quando, no ano passado, depois de ter sido humilhado por Thiago Neves no “Fla-Flu do Créu”, Cristian comemorou bastante a perda do nosso título. Antes, ele já havia colaborado para outra das corriqueiras humilhações que passamos nos últimos 25 anos, que foi a perda da Copa do Brasil de 2005 para o “possante” Paulista de Jundiaí, dentro de São Januário, com a faixa “Obrigado Eurico” carregada pelo “amigo” Horcades. Aquele mesmo Eurico que dizia que “não pagaria bicho para vitória do Vasco contra um time da terceira divisão”. Título este perdido porque o Fluminense não teve a mínima força política para liberar Arouca e Diego Souza, metade de seu meio-campo titular, de uma competição mundial de empresários Sub-20.
E lembro também do que disse o medíocre Alessandro, um lateral-direito de carreira opaca, que teve a cara de pau de dizer que “jogar no Maracanã contra o Fluminense era como estar em campo neutro, e que as únicas torcidas que fazem alguma diferença são a do Flamengo e a do Corinthians.” Pois bem… os imbecis dos torcedores lotaram o Maracanã, e viram um time apático entregar o ouro.
Vendo os nossos jogadores entregarem as faixas ao Corinthians,senti, se é que pode se sentir dois sentimentos tão antagônicos ao mesmo tempo, resignação e revolta. Esse papo de fidalguia que sempre esteve relacionado com a nossa postura, há muito mudou de nome. Fidalguia virou Passividade. Quem aceitou isso? Quem aceitou colocar faixa no Cristian e no Alessandro? Quem aceitou a promiscuidade dessas condições para esta partida? Será que algum jogador, com culhão, reclamou disso? E se reclamou, qual o posicionamento da diretoria? Isto também foi imposição da Rede Globo? Somos tão subservientes assim?
E o que falar de Heber Roberto Lopes e os dois assistentes? Ou melhor: o que falar da arbitragem em geral nos jogos do Fluminense, não só neste brasileiro, mas pelo menos nos outros dois? Caminhamos gloriosamente para o tri-campeonato do clube mais prejudicado no Campeonato Brasileiro. Nas nove partidas jogadas, em pelo menos cinco delas fomos “tungados” (São Paulo, Barueri, Santos, Avaí e Corinthians). Somos o 15º colocado. Estamos atrás do Barueri e do Santo André. E ninguém põe a boca no trombone, como fez o grande dirigente Fernando Carvalho do Internacional, um presidente que mudou o rumo de um clube que caminhava para ser “mais um Fluminense”, e teve o peito de divulgar um DVD com erros de arbitragem a favor do Corinthians, deixando as periquitas de gente como Juca Kfouri e Chico Lang todas ouriçadas…
Só o Fluminense tem jogadores expulsos em lances que sofreram faltas. Como disse Washington, ano passado, “é fácil demais expulsar jogador do Fluminense”. Só contra o Fluminense não há o benefício da dúvida, e impedimentos de centímetros são marcados. É contra o Fluminense que gentinhas como José Roberto Wright clamam em rede nacional, virando verdade, que tal lance não houve falta, ou que tal cartão foi merecido. E é do Fluminense que hienas como Renato Maurício Prado vão rir após mais um insucesso, a apoteose da mediocridade.
O jogo? Começamos até bem, perdendo duas chances com Fred, que poderia ter tido mais frieza na hora de concluir. E tivemos um gol anulado por um joelho, o terceiro que Fred faz este ano contra o Corinthians, e o segundo invalidado de maneira discutível.
Mas a postura defensivista do Parreira, as aberrações Wellington Monteiro e Fabinho, com cordial ajuda de Diguinho, João Paulo e Mariano, o sanguessuga Leandro Amaral e o tresloucado Edcarlos, trataram de colocar as coisas mais fáceis pro time paulista. Diguinho errou um passe, deixou Cássio na podre, Douglas recebeu e meteu à feição para Ronaldo, com 110 kg, ganhar na corrida de Edcarlos e colocar na saída de Berna.
Depois, uma linha de passe dentro da área do Fluminense, lance que começou porque Edcarlos respeitou demais o Ronaldo e ao invés de rasgá-lo no meio, tirou o pézinho da dividida. Elias, Cristian e Dentinho trocaram passes de primeira e o Corinthians aumentou.
Faltava a humilhação completa, e Edcarlos tratou de ser esculachado com um drible primário de Ronaldo dentro de nossa área, em lance que iniciou com o ridículo Fabinho errando um passe de um metro de distância. 3×0 Corinthians. E eu rezando, mesmo sendo ateu, para o primeiro tempo terminar.
Eu olhava para as imagens de Carlos Alberto Parreira, e via um perfeito pateta, batendo com uma mão na outra, meio que atônito, sem saber o que fazer. Esperava soluções imediatas, com substituições antes de terminar o primeiro tempo. Engano meu… as mexidas do Fluminense só aconteceram aos 25 minutos do 2º tempo. Eu devo ser um completo ignorante, futebolisticamente falando… afinal, Parreira deu uma entrevista dizendo que com o Corinthians é “erro zero”. Poderia ter feito uma auto-crítica e pensado: “como poderei eu ter erro zero, se tenho uns seis jogadores a menos em campo, sem qualquer condição de vestirem a camisa do Fluminense???”.
Teve um momento em que o time teve perto de 70% da posse de bola. E estava 3×0 Corinthians. O que pensar disso? O que pensar de um time burocrático, covarde, que toca bola para o lado e para trás, porque não tem qualidade para fustigar o adversário, para adiantar uma marcação, marcar uma saída de bola, trocar passes de primeira e em velocidade, chegar UMA bolinha só na linha de fundo e acertar um cruzamento? Jogadores omissos, descompromissados, que se acabam na noite. Prostitutas.
No segundo tempo, o Corinthianse o Fluminense mantiveram-se atrelados a um script (já que falamos tanto em Rede Globo, porque não falar de novelas?) que nem uma Janete Clair poderia ter escrito: para dar uma sensação de emoção, o Corinthians reduziu o ritmo de tal maneira que o Fluminense foi capaz de reagir. O desinteresse e a auto-suficiência com que o time paulista jogou toda a etapa complmentar foram um atestado de humilhação para nós, torcedores. Parece aquelas peladas que um time é tão mais forte que o outro, e se dá ao luxo de querer dar caneta, dar toquinho, rebolar, não chutar quando se tem condições… e o time mais fraco vai se empolgando até endurecer a partida.
Quase empatamos. As entradas de Marquinho, Carlos Eduardo e, principalmente, Alan, foram determinantes para um novo gás. Conca fez um golaço e apareceu muito porque passou a ter companhia. Por um erro de atuação dos “atores” árbitros, o gol de Conca não foi invalidado, já que Heber Roberto Lopes, corretamente, mandou seguir a bola que Conca meteu para ele mesmo, driblando toda a defesa adversária. O bandeira? Ah, o bandeira… levantou seu instrumento de trabalho, claro. Heber não se deu conta, que erro crasso! Alguma coisa teria que ser feita, porque logo depois, Alan após enfiada sensacional de Conca, driblou Felipe, tentou cruzar para Fred mas um pé providencial corinthiano meteu para dentro. E, antes, Marquinho havia perdido um gol impossível, ao chutar meio “mascado”, em cima do zagueiro rival, uma bola que tinha tudo para entrar.
O resto da história (ou do script), a gente já falou aqui. Veio a expulsão do Fred, os comentários do Wright, a parcimônia do Caio, do Junior e do Luis Roberto, as câmeras focando de maneira a fazermos a leitura labial do nosso atacante xingando o árbitro que, lépido e faceiro, não pensou duas vezes em aplicar o cartão vermelho, coisa que não fez no primeiro tempo quando André Santos xingou o bandeira de tudo que foi nome e recebeu um mísero cartão amarelo. Nunca o pró-Fluminense. Ese expomos isso, viramos “botafoguenses-chororôs”.
E o gol do Ronaldo, o grand finale, para sacramentar o resultado, fazê-lo capa de todos os jornais pelo “hat trick” realizado, aumentar IBOPE de O Globo, do site, do Globo Esporte, etc… esse é o roteiro que a gente, que torce para o Fluminense, vem se acostumando a ver.
Ser Fluminense, hoje, é participar, ao vivo e a cores, de um drama em três cores.
Saudações Tricolores e envergonhadas.
” Testamento”(rsrs) perfeito pra ser guardado. Gostaria só de adicionar um comentário: a quem interessou, ou a quem interessa, ver o goleiro Berna vestido de sinalizador noturno exatamente contra um time que tem um atacante, embora um pouco rechonchudo, com uma versatilidade incomum pra escolher em que canto deve colocar a bola no gol. Hein ?
Gostaria de saber até quando nosso time vai ser prejudicado pelos arbitros,aconteceu contra o corintians,ldu,e outros.
Nós temos um advogado forte que é o Márcio,que sempre consegue absolvição nos tribunais para nossos jogadores e por que não entrar com uma ação contra esses arbitros,que aquele argentino que nos prejudicou na libertadores,continua apitando a mesma competição e nada foi feito.
Mesmo acontece com esse Eder Roberto,na copa do Brasil tambem ficou com medo do corintians e da pressão,e nos prejudicou como ontem.
Por favor Diretoria,vamos agir com mais rigor contra essas pessoas para poder-mos colocar pressão sobre eles e eles nos respeitarem mais,porque até agora o Flu esta sendo muito boa praça com eles e assim eles fazem o que querem conosco.
Por favor vamos analizar,
Atenciosamente,
Gilson Hermes Filho
Sensacional !
Indignação nota 10 !
Parabéns Maurício. Como afirmou o Betão, aí em cima, para guardar. Eu diria até para enviar para imprensa esportiva nacional.
Perfeito, sensacional, venho dizendo isso aí há algum tempo. Perdemos a moral, o respeito, a força da camisa. Somos a piada de sempre, a imagem oficial da derrota. A Libartadores poderia, mesmo com todos os erros da diretoria, ter nos devolvido um pouco desta respeitabilidade, da certeza de que somos grandes (não como torcida) como clube e time. Mas, as atitudes imbecis de um fanfarrão (o termo é o ideal e não modismo por conta das frases do Capitão Nascimento) fizeram com que um time firme e consistente (capaz de empatar com o baca na Bombonera estando perdendo duas vezes e eliminar o “perfeito” São Paulo) entrasse em campo para o jogo mais importante da sua História vindo de 2 semanas e meia parado, sem pegada, sem rítimo. E mais, ver este mesmo idiota travestido de treinador fazer uma substituição (nada em relção à qualidade de Dodo e Ygor) no intevalo da finalíssima quando o time, apesar do gol sofrido no início, não deixava a LDU passar do meio de campo, que abriu o espaço para que o Adversário, acuado até então, pudesse tocar a bola e arrefecer a pressão, chegando a levar perigo a nossa meta. Para piorar o Galã Boêmio não tem peito, para jogando em casa, ao perceber que alguns jogadores estavam estafados, colocar em seus lugares outros que dessem nova força ofensiva ao time, em lugar disso, coloca zagueiros e volantes improvisados e meio que espera, com aquela certeza que engana o espertos, pelos pênaltis, onde não poderíamos perder pois tinhamos mais qualidade. Perdemos, como sempre, fomos chacota, como sempre, acreditamos, como sempre…
Saudações Tricolores, igualmente envergonhadas.
Sensacional!
Parabéns Maurício =D.
Análise perfeita, Maurício.
Boa parte das mazelas do Fluminense estão contidas aí, exceto falta de planejamento, estrutura, e questões adiministrativas de uma maneira geral.
Imprensa livre e imparcial, é outra miragem nesse contexto.
Parabéns… você conseguiu muito bem revelar o sentimento de toda uma torcida em relação aos fatos que tem ocorrido no Futebol brsileiro e , em especial, na história do Fluminense!
Tem coisas que é melhor nem saber, tenho vontade de chorar, leio e vejo que tudo é verdade, antes tinham medo de nós, hoje somos um time médio que entra nas competições para participar e nunca para ganhar, sumiram com a tradição tricolor, ano após ano montamos times diferentes, grandes nomes e nada !!!
Sinceramente, preferia não ter time de futebol, mas ainda não consegui, somos roubados em quase todos os jogos, no flaxflu da semi final tivemos 5 cartões amarelos ainda no primeiro tempo. E ninguém fala nada, ninguém reclama, tá tudo bem, e vamos seguindo..até o próximo rebaixamento.
texto perfeito… um dos melhores textos q ja vi na minha vida, sobre e nosso amado tricolor, parabens pelo belissimo trabalha, quem dera todos os tricolores pudessem ler essa pagina…
É por essas e outras – que o texto acerta em cheio – que lamento ser tricolor. Mas está no meu DNA. Então fazer o quê? Votar em 2010. Pena que as ditas oposições tenham um discurso tão vago…