Archive for julho, 2009

Falta inspiração

Difícil escrever qualquer coisa. Além das limitações que todos os torcedores apontam desde o campeonato carioca, ainda temos os desfalques e as alterações sem efeito.

Não sei o que dizer…

Estreia do Renaite

Desculpem aqueles que acham que o time melhorou apesar da derrota. Acho que o time já vinha melhorando, mas tendo “apagões” durante o jogo. E o que aconteceu ontem não foi diferente. Todos estão com a impressão do “menos pior” porque pedemos de 2×1 para o lider do campeonato e porque o goleiro deles (ao contrário do nosso) fechou o gol. Mas marcamos nosso gol em flagrante impedimento (e o 2º gol deles tb foi em impedimento porém menos flagrante).

O retorno de FH é outra história: Parreira fez quase tudo certo, só não conseguiu vender, emprestar, dar…sei lá, se livrar dessa cabeça-de-burro que está enterrada nas Laranjeiras. Respeito o profissional e espero qu ele demosntre todo o seu potencial, mas em outro clube! Não aguento mais suas saidas em falso do gol (errou de novo ontem no 2º gol deles), não aguento mais sua fraquissima saida de bola, enfim, perdi totalmente a confiança. Mas isso já ha muito tempo…

Agora, venhamos e convenhamos, que fase! Pedemos 2 jogadores por problemas musculares e Diguinho deu um presente pro ataque do Galo inimaginável!! Tá dificíl torcer!

ST

Viagem ao centro da Terra

Escrever o que?

Torcida Tricolor,

Quando pensávamos que a demissão absurda e precipitada de Parreira era o ápice da incompetência e dos desmandos dessa desastrosa e desastrada administração do Fluminense, eis que vem a terivel derrota para os goianos e surgem as primeiras fortes especulações tratando da volta de Renato Gaucho para o clube. Quando achamos que estávamos no fundo do poço e que dali não passaríamos, esta diretoria nos surpreende com um projeto de chegar ao centro da Terra!

Quando Renato foi demitido ano passado, defendi aqui sua permanência. Afinal, se ele servia para ser vice-campeão da Libertadores, ele precisava servir para recuperar o time no campeonato brasileiro. Renato saiu debaixo de diversas criticas (algumas injustas) mas principalmente sob suspeita de ter sido um dos grandes articuladores do desmanche promovido na comissão técnica permanente que fora montada. Depois de sua saida, muitas especulações sobre sua suspeita relação com o presidente de nossa patrocinadora, onde interesses econômicos sobre jogadores se sobrepunham aos interesses técnicos.

Nesses quase 12 meses, Renato não dirigiu nenhum outro time de futebol. Não soubemos se fez algum curso de especialização ou algo parecido. Alias, só tinhamos noticias dele quando algum resultado ruim do tricolor acontecia (e foram muitas as vezes) e seu nome era especulado para substituir o técnico do momento. Quase esqueço, ouvimos seu nome quando a imprensa noticiou que pediu uma verdadeira fortuna para ser técnico do Sport Recife.

Agora, a força com que esta especulação surge nos permite supor que ele esteve o tempo todo esperando sua vaguinha de volta. Podemos especular, inclusive, que um diálogo semelhante pode ter acontecido no lranjal:

Assim não dá! Ao invés de propaganda positiva, estamos tendo propaganda negativa. Temos que mudar!
Como assim mudar? De novo não dá. já mandei o mestre embora, já desmontei todo o planejamento que fizemos no incio do ano! Mudar agora seria muito ruim. Deixa o novato mostrar serviço.
Não dá! Se continuar essa CT, suspendemos todos os benefícios extras. Só ficará no orçamento o que está previsto em contrato, nem um tostão a mais! Mas se quiser contratar uns dois ou três, tem que por o churrasqueiro de volta! Só nos entendemos com ele!

Que assim seja!

Em tempo: me associei ao clube esta semana. Fui sócio-atleta em minha juventude (joguei tenis alguns poucos meses lá) mas decidi trocar meu titulo de sócio-torcedor pelo de sócio-contribuinte. Quero votar nas próximas eleições. Pelo menos não terei essa terrível sensação de ser omisso que sinto hoje por não ter votado nas ultimas eleições.

Saudações Tricolores

O triste futebol tupiniquim

Sai Parreira e vem quem?

Torcida Tricolor,

Acordamos hoje com a noticia da demissão de Carlos Alberto Parreira como técnico do Flu. Em principio seu assistente, Vinicius Eutrópio, assume a direção técnica do time. Fala-se em Muricy Ramalho, mas eu duvido muito que ele venha. Na verdade, confesso que estou cansado dessa dita “cultura” do futebol brasileiro.

Parreira negociou sua volta ao futebol e ao Fluminense com um projeto de médio/longo prazo. Todos do clube sabiam que os resultados não seriam rápidos. Reformulou todo o elenco, estava contratando jogadores, promovendo uma garotada do Juniores, preparando um CT, enfim, existia um projeto. Mas ai, como os resultados não aparecem (como previsto), aqueles de dentro do clube a quem este projeto não interessava começam a se mexer. Do mesmo modo, uma parte impaciente dos torcedores começa também a se manifestar de forma mais veemente. Resultado: trocamos de técnico quando não deveríamos trocar de novo.

Ou se tem um projeto e se acredita nele ou não se projeta porcaria nenhuma e vamos fazendo as coisas conforme o vento. Para um barco sem destino definido qualquer vento serve!

Não estava satisfeito com as atuações do time como toda a torcida. E, principalmente, não fiquei nada satisfeito com o resultado de ontem. Mas vamos entender uma coisa: o gol contra do WM foi uma fatalidade que deixou o time mais nervoso do que já estava quando entrou em campo. Muitos acusam Parreira de ultrapassado, obsoleto e afins. Discordo totalmente dessa linha de argumentação. Pouquíssimos são os técnicos no Brasil tão capacitados e atualizados quanto ele. E ele só aceitou retornar ao Fluminense porque era seu clube de coração e porque tinha um projeto para retomar o caminho de conquistas.

O Fluminense, que já foi vanguarda de administração esportiva mundial, se une à vala comum dos clubes de administração medíocre desse país. Uma pena pois vejo como mais uma oportunidade perdida por esta diretoria bem intencionada mas fraca política e economicamente, refém de acordos espúrios com facções mal-intencionadas do interior do clube e do domínio economico que o patrocinador exerce.

Na saida de Renê “Master Mind” Simões eu disse que só valeria a pena essa troca se fosse para trazer um dos treinadores “big five” (Parreira, Luxa, Muricy, Autuori ou Felipão). Quando Parreira foi anunciado, acreditei que enfim teríamos um projeto vencedor no clube. O sonho durou pouco. E tão cedo não teremos outro treinador desse porte no clube, pois nenhum grande técnico irá se expor dessa forma, sem alguma garantia de continuidade do trabalho. Ou vocês acham que o Grêmio, por exemplo, esperou o Autuori tanto tempo para demiti-lo porque não venceu na Libertadores?

Enquanto a direção de nosso clube insistir em decisões como essa, viveremos esse período de trevas. O Fluminense precisa de uma Revolução Iluminista já!

Em tempo: não é que a mulambada consegue ser beneficiada até contra os bambis! Tremenda guerra de gigantes dos bastidores…

Saudações Tricolores

Rubinho

Vimos hoje mais um papelão de Rubinho. Perdeu a corrida quando podia ter partido pra cima do Massa e ficou marcando passo. O resto foi consequencia. Se ele não ocupa o espaço, a equipe vai favorecer o lider do campeonato sempre! É um cagão!!! ST

Heber Roberto Lopes

Não há duvidas que Fred exagerou na reclamação. Mas eu NUNCA tinha visto um atleta ser expulso daquela forma na minha vida. Já vim sim, atleta gritando palavrões e peitando o juiz por um penalti (por exemplo) que considerou mal marcado. Mas por xingar de longe, sentado no chão, sem mesmo ter um cartão amarelo, essa foi a primeira vez.

O interessante é que coisas assim sempre aconteceme a favor dos mesmos clubes: Corintians, São Paulo e Flamengo. Esse nosso futebol tupiniquim…

Paraiso dos equatorianos

Quando perdemos a Libertadores ano passado para a LDU (nossa! Como estivemos perto daquele título…) ouvimos as gracinhas mais diversas das mais diversas torcidas. Agora, o incensado Inter-RS perdeu os dois jogos da Recopa para um time da LDU muitas vezes mais fraco que aquele que nos venceu lá por 4×2 e perdeu no Maraca por 3×1.

Mais uma vez, fica provado que nosso time de 2008 (o do primeiro semestre é claro!) era realmente bom e estava numa fase de concentração e dedicação muito peculiar. Unico erro foi tomar 4 gols no jogo de ida. Um unico erro porém fatal.

A dureza da comparação

Porque uns valem mais do que outros

Torcida Tricolor,

Voltemos a janeiro. Começam a circular noticias que Fred poderia estar se transferindo para o Flu. O mercado futibolístico tupiniquim entra em alvoroço. A Flapress enlouquece. A paulicéia desvairada não se conforma. Logo surgem “noticias quentes” informando que o destino de Frederico seria o time dos porcos. Declarações as mais estapafúrdias foram “plantadas” visando desestabilizar a negociação que prosseguia nos bastidores. Em fevereiro, Fred vestia pela primeira vez o manto tricolor, confiando que um time dirigido por Parreira seria capaz de fazê-lo retornar à seleção brasileira para disputar a Copa de 2010. Para os tricolores, ficava a certeza que depois de alguns anos tínhamos realmente um craque, no auge de sua forma física e técnica, pronto para levar o time aos títulos com os quais sonhamos.

Poucos dias depois da apresentação de Fred, vem a bomba de São Paulo: Ronaldo Fenômeno, ou Ronalducho para os íntimos, assina com o time do Parque São Jorge. A imprensa paulista (e boa parte da carioca) enaltece o esforço para nosso craque retornar a jogar futebol em alto nível aqui mesmo em nosso país. A Rede Globo investe minutos e mais minutos de jornal Nacional cobrindo o retorno de Ronaldo ao futebol nacional. A mulambada fica alucinada com a traição. Rasga camisas, queima fotos, enfim, não se conforma. A raiva foi tanta que decidiram por repatriar Adriano a qualquer custo. Em nossa torcida surgem as primeiras discussões: afinal, não seria a contratação de Fred mais importante e correta do que a contratação de um jogador sem joelho?

Passaram-se quatro meses. Ronaldo fora de peso, fora de rítimo, fora do futebol há mais de um ano, já conquistou dois títulos com o time dos coringas. Mais que isso, já deu algumas demonstrações de sua classe e categoria, marcando alguns belos gols. Obviamente, não é o Ronaldo do Barcelona, do Real Madrid, de sua primeira passagem pela Inter de Milão ou mesmo da Seleção de 2002. Mas está sobrando no futebol brasileiro, sem duvida.

No jogo de ontem, marcou três gols sendo o último digno de se tirar o chapéu. A bola cai no pé de quem sabe e quem sabe mostra que sabe mesmo. Enquanto do outro lado, Fred, no alto de seu desespero por desempenhos medianos tanto dele quanto do time em que joga, xinga o juiz por mais uma falta nele não marcada e é expulso. Neste ato de xingar, manifesta toda sua raiva e angustia (que é compartilhada por toda a torcida tricolor) por ver seu time ser mais uma vez prejudicado pela anulação de um gol (dele, Fred) aparentemente legal quando o jogo ainda estava empatado. Nervosismo por ver uma defesa entregar o jogo em dez minutos muito mal jogados (Ed Carlos falhou nos dois gols de Ronaldo e Cassio falhou no segundo). Desespero por ver sua esperança de ter alguém do seu lado produzindo jogadas de ataque indo por água abaixo na triste atuação de Leandro Amaral.

Continuo confiando em Parreira e não vejo nossa situação como desesperadora ainda. Mas os resultados positivos começam a ser urgentes. O jogo com o Santo André tomou uma dimensão enorme tanto por ser contra um time que está a nossa frente na tabela, como por ser contra uma equipe de menor investimento e, principalmente, no Engenhão (que definitivamente não pode ser considerado como vantagem).

Mas ontem tive a certeza que quem comparou as duas contratações não atentou para um detalhe: ninguém recebe a alcunha de Fenômeno à toa.

Em tempo: compromissos profissionais têm atrapalhado a publicação de nossa coluna. Prometo me esforçar para reorganizar minha vida e retomar a freqüência semanal de sempre.

Saudações Tricolores

Olá, mundo!

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