SampaFlu – 10 anos de emoções

Se você vier a São Paulo, não estranhe se deparar-se, em algum momento, com alguém vestido com a camisa Tricolor. Alguns carros com as placas iniciadas em “FLU” também não são coincidência. E se você for em dias de jogos à Vila Clementino poderá achar que está no Maracanã, entre os guerreiros da Melhor e Mais Bela torcida do Brasil.
Seria exagero dizer que São Paulo hoje é uma cidade Tricolor. Mas o Tricolor que está em São Paulo em dias de jogos do time, só fica sozinho se quiser.
A SampaFlu está completando 10 anos de existência. Dez anos de muitas histórias, boas e ruins, alegres e tristes, grandes vitórias e derrotas dolorosas. Mas sempre com muita paixão pelas nossas cores.
Tudo comçou no fórum Fala Tricolor, da SempreFlu. Os torcedores do Fluminense, ainda cansados, traumatizados pela sequência de rebaixamentos, mas aiviados com o retorno à elite, trocavam mensagens apaixonadas naquele espaço. Eis que os que moravam em São Paulo começaram a indentificar-se e assim combinarem encontros para assistir às partidas por aqui. Nos estádios ou em bares. O point da época era o Valle Sports Bar, que não era um local exclusivo e por isso havia algumas situações desagradáveis com as outras torcidas. A SampaFlu sempre foi da paz.
Com o fim do Valle, o grupo ficou um tempo sem point fixo, até que surgiu o Bar Sahy, no Brooklin. O primeiro espaço exclusivo. Ali os Tricolores de Sampa assistiram vitórias memoráveis, como a goleada sobre o Flamengo, na final da Taça Rio de 2005. Os que não foram ao Maracanã assistiram ali também à grande final daquele ano contra o Volta Redonda.
Mas àquela altura já estava havendo um certa incompatibilidade com o dono do local, corintiano, que não sabia levar na esportiva as brincadeiras do grupo e até torcia contra o Fluminense. Pecado mortal.
A partir do segundo semestre de 2005 o grupo adotou o Monteiro Squash, rebatizado como SampaFlu Sports Bar. O Monteiro, são-paulino dono do local, sabe levar a galera com esportividade e fica sinceramente feliz com as nossas vitórias. Diverte-se com o fanatismo exacerbado do grupo.
Nesses 10 anos, a SampaFlu particiou de epopeias memoráveis. Umas boas, outras ruins. O grupo organizou uma grande excursão com três microonibus lotados para Jundiaí, na primeira partida da final da Copa do Brasil de 2005, de triste memóriaem todos os sentidos. Os cavalos e o gás de pimenta da polícia de Jundiaí foram colocados contra os guerreiros Tricolores, que apenas queriam torcer pelo seu clube amado.
O grupo se dividiu para a final da Copa do Brasil de 2007. Parte foi a Florianópolis e parte assistiu mesmo no SampaFlu Sports Bar. Os que foram à capital catarinense voltaram com histórias maravilhosas sobre aquela grande conquista. Os que ficaram em São Paulo protagonizaram uma cena que deve ser inédita para uma torcida de outro estado na capital paulista: uma carreata grande e o túnel Ayrton Senna fechado com um buzinaço ensurdecedor.
Na grande arrancada dos guerreiros, que culminou com a salvação em 2009, a SampaFlu também estava a postos, sempre acreditando e pedindo: “Lutem até o fim”.
Parabéns à SampaFlu. Que os próximos 10 anos sejam recheados de títulos Tricolores.
Um homem de caráter
Alguém consegue imaginar a Fifa, durante uma Copa do Mundo, causando confusão e desestabilização nas equipes que disputam o torneio? Não. Claro que isso é inimaginável, não apenas na Fifa, mas em qualquer órgão esportivo que zele seriamente por suas competições.
Na CBF tudo é possível.
O campeonato brasileiro é a principal competição organizada pela CBF. No entanto ela própria causou enorme instabilidade e preocupação em alguns dos principais clubes do torneio, com a possibilidade quase terrorista de tomar-lhes o treinador no meio da competição. As entrevistas após as partidas, que deveriam estar focadas nos resultados, gols e lances das partidas, passaram a girar em torno do nome do futuro escolhido. Alguns técnicos foram fuzilados com questionamentos antes e depois dos jogos. Felipão fez uma afirmação que não sei dizer se é verdadeira, mas sei que lavou a alma de muita gente que estava assistindo.
Os clubes brasileiros em geral se preparam com seriedade para o campeonato brasileiro. Investem, fazem projetos, montam equipes focadas num objetivo, que pode ser o título máximo, a Libertadores, A Copa Sul Americana ou mesmo apenas manter-se na série A. No caso específico do Fluminense, foi contratado Muricy Ramalho, ele opinou nas contratações e dispensas, era uma peça fundamental no projeto do clube que tinha e ainda tem o objetivo final de ser tricampeão brasileiro. O projeto estava bem encaminhado, com o Fluminense ocupando as primeiras colocações quando a CBF dispensou Dunga e anunciou que iria escolher um outro treinador, causando enorme rebuliço na competição que ela tinha a obrigação de preservar. Um punhado de amistosos que deverão ter influência nula no time que vai jogar a próxima Copa, justificavam, para a confederação, colocar em cheque investimentos milionários que vários clubes fizeram justamente por valorizar a competição que a própria organizadora resolveu enxovalhar.
Parecia fácil. “Eu sou a CBF. Eu tenho a força. Eu ligo o meu trator e atropelo. Passo por cima. Pego quem eu quiser. E danem-se os investimentos feitos”. Dane-se, em última análise o campeonato brasileiro. Assim a CBF, logo após a 10ª rodada, foi em cima justamente do técnico do time líder da competição.
Há quem fale em represália, pelo clube não ter votado em Kleber Leite, o preferido da confederação para o Clube dos 13. Há quem fale simplesmente que foi porque Ricardo é rubro-negro e incomoda-se por ver o Fluminense no topo da tabela. Não sei. Prefiro acreditar que é só arrogância mesmo.
Mas a arrogância da CBF esbarrou num homem de caráter. Muricy estava apalavrado com o Fluminense e, como o clube, valendo-se de seu direito, não aceitou liberá-lo, recusou o convite e treinou o time normalmente naquela mesma tarde.
Deu para entender, Ricardo Teixeira, o que é ser uma pessoa correta, de caráter e de palavra?
A Muricy Ramalho todo o respeito e admiração da Melhor e Mais Bela Torcida do Brasil.
Um presente para o Fluminense

Em primeiro lugar, neste 21 de julho, quero parabenizar o Fluminense e todos os Tricolores por mais esta passagem do nosso aniversário e com o desejo de que esta data se repita sempre com o Fluminense mais forte que nas anteriores.
Sempre escrevo um texto no dia do aniversário do Fluminense, e pretendo que desta vez não seja diferente. Mas há alguns meses, conversando com o amigo Gerão, ele me deu um “feedback” que achei bastante interessante. Ele me disse que os meus textos antigos sobre o Fluminense tinham mais sentimento. E ele está certíssimo. Não sei exatamente porque, apenas desconfio. Comecei a escrever estes textos com mais assiduidade nos tempos do Fala Tricolor, da SempreFlu. Idos de 1999, com o clube na terceira divisão. Um momento completamente distinto. O ímpeto era mais de salvar do que exaltar o clube. Lembrar que o clube estava lá mas não era de lá. Que o clube era, ainda, e sempre seria grande. Mas no afã de buscar forças para tentar levantar um clube destroçado por administrações completamente ineptas, acabávamos nos reunindo em churrascos e outros tipos de confraternização. E nelas aflorava o quanto o Fluminense é realmente grande e sempre será. Pessoas de todos os pontos do país cantando apaixonadamente pelas três cores. Unido a tudo isso, o fato de eu estar morando no Edifício Tricolor, e na Janela Tricolor. De fernte para o estádio das Laranjeiras e para o Cristo Redentor. Apenas este visual já inspira qualquer Tricolor para qualquer texto.
Mas o Fluminense, graças a Deus, virou aquela página. Voltamos para a série A, voltamos a fazer campanhas respeitáveis no campeonato brasileiro e, no ano do centenário, voltamos a ser campeões. O foco agora era outro. Agora era trazer de volta o Fluminense campeão de tudo e maior clube do país.
Foi aí que eu entrei para a política do clube.
Talvez seja por aí, amigo Gerão, que o sentimento tenha se perdido pelo caminho. É impossível conviver com as internas do Fluminense sem enxergar quanto foi feito de mal a este clube em décadas de administração relapsa. É difícil tentar exaltar a magia das três cores, a aristocracia, a fidalguia, a poesia de Nelson Rodrigues e outras virtudes intrínsecas à marca Fluminense, vendo de perto uma sede tão maltratada, uma sala de troféus que paradoxalmente esconde as nossas glórias em vez de mostrá-las, funcionários com salários atrasados, ídolos do passado ignorados pelos dirigentes do presente, forró no salão nobre, pessoas cantando hino do Flamengo em festas e principalmente uma dívida estratosférica, que a administração atual conseguiu multiplicar, transformando-a na maior do Brasil.
Mas hoje é dia de festa e, mesmo sem tanto sentimento, queria imaginar o melhor presente que poderia ser dado ao Fluminense e a seus torcedores neste aniversário de 108 anos. Teria que ser um presente muito especial, que supere os de 2009. Sim, porque mesmo em um ano que foi quase todo de sofrimento, o Fluminense e sua torcida receberam alguns presentes no ano do 107º aniversário: a maior arrancada já vista no campeonato brasileiro, a alcunha “Time de Guerreiro”, que se soubermos trabalhar, será só nossa, para sempre, e o reconhecimento nacional da força e da beleza de nossa torcida, A Melhor e mais Bela Torcida do Brasil.
Bem, a torcida é um presente eterno que, a que pese o fato de ela se superar a cada ano, não é um privilégio de 2010. A torcida está aí e continuará aí, cada vez maior, melhor e mais bela. Quem sabe o reconhecimento oficial do título brasileiro de 1970, muito mais legítimo que o falso hexa do nosso rival, que a imprensa exalta de forma hipócrita? Quem sabe o reconhecimento do título mundial de 1952? Seria ótimo. A classificação para a Copa Libertadores de 2011 seria excelente. E o título de tricampeão brasileiro, para coroar.
Para finalizar nossa lista de presentes, um presidente. Sim, novembro está aí e nós teremos a oportunidade de eleger alguém que venha a modernizar e profissionalizar o Fluminense, já que modernização e profissionalismo hoje são palavras que passam muito longe das Laranjeiras. Sequer atravessam o Túnel Santa Bárbara. Queremos um presidente que viabilize o clube, torne-o novamente respeitado nacional e internacionalmente.
Ou seja, nosso melhor presente é o futuro.
Time e torcida de guerreiros

Confesso que não estava lamentando tanto a parada do campeonato brasileiro como alguns amigos Tricolores com quem convivo. Na verdade, curto Copa do Mundo. Tirei férias de propósito no período, como fiz sempre que pude. Acho um evento emocionante e envolvente. Torço muito pela seleção brasileira e admito que fico bastante triste quando perdemos.
Mas perdemos. Vida que segue. Comecei a ficar com saudade do Flu. Até escrevi sobre isso em alguns espaços. Mas aí hoje eu entrei no blog do Fred ((http://fredgol.com/blog/) e lá estava o vídeo “Time de Guerreiros”, produzido por Decio Lopes e Francis Melo. Vendo novamente aquelas imagens, do time e da torcida, e acho que time e torcida nunca estiveram tão misturados, como se fossem uma coisa só, voltei a viver aqueles dias. Passei a ansiar fervorosamente pela volta do Brasileirão.
Aquele empate arrancado na raça contra o Goiás, a vitória sobre o Atlético mineiro sob chuva, a incrível virada contra o Cruzeiro e todas aquelas batalhas travadas no campo e nas arquibancadas. Guerreiros em toda parte. Guerreiros no campo, guerreiros na arquibancada. Sim, era tudo uma coisa só. Não havia mais separação entre time e torcida. O “time” do Fluminense não tinha mais 11. Tinha 11 em campo, dezenas de milhares nas arquibancadas e milhões torcendo fervorosamente de suas casas, por todo o país e também fora dele.
O dia 6 de dezembro de 2009 nunca será esquecido por mim. Foi um dos dias mais incríveis de minha vida. Jamais fiquei tão nervoso, não apenas no futebol mas em qualquer circunstância. Antes do jogo, sentia o coração pulsando forte demais, parecendo querer saltar para fora. Aquela partida, em especial aquele segundo tempo, parece ter levado oito horas.
Mas o final foi feliz. Felicíssimo. Aquela reação inacreditável teve o final que a melhor torcida do Brasil merecia. E o mais incrível de tudo, que só poderia mesmo vir da torcida mais incrível de todas: os Tricolores fazendo uma festa inesquecível no aeroporto Santos Dumont, aguardando o time chegar, no dia em que o Flamengo sagrou-se campeão brasileiro. É ou não é incrível?
Essa torcida é fantástica e este segundo semestre de 2010 promete. Aguardem.
Volta, Brasileirão!
O Fluminense fez uma bela campanha no início do campeonato brasileiro, contrariando as previsões pessimistas da maioria, inclusive minhas. Mas aí, paramos para assistir à Copa do Mundo. O Fluminense entre os primeiros colocados e nossa torcida é obrigada a se ver distante dos jogos.
Volta logo, Brasileirão!
Planejamento é tudo

Amigos,
Planejamento e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Muito menos ao Fluminense, que perdeu a hegemonia do campeonato estadual justamente por nunca se planejar adequadamente para esta competição. No caso do campeonato brasileiro, o problema se agrava. Não é questão apenas de ser campeão ou não. Nossa falta de planejamento tem nos deixado na rabeira da competição. Infelizmente, a torcida do Fluminense já tem se acostumado a entrar no campeonato brasileiro com objetivos menores. Para alguns, se não cairmos para a série B já estará bom.
Gente, isso não é o Fluminense. Oscar Cox não fundou o clube para nada menos que o alto de qualquer podium. O menor objetivo aceitável teria que ser a classificação para a Libertadores, mas esta, no Fluminense que cheguei a conhecer, seria apenas um prêmio de consolação pela perda do título.
Quando Muricy aceitou o convite do Fluminense, acreditei que seria diferente. Acreditei que ele teria imposto uma série de condições para que o Fluminense brigasse na parte de cima da tabela. Até acho que ele realmente deve ter feito imposições, mas faltou planejamento. Essa desconsideração pelas sete primeiras rodadas me parece por demais preocupante. Não temos elenco para brigar na parte de cima da tabela, e com os problemas que nossos principais atacantes (adicionados à sempre lamentável saída do Maicon), parece que este período antes da Copa será mesmo de vacas magras.
São sete jogos. Quase 20% do total da competição. Um clube seriamente planejado não poderia ter apostado todas as fichas no restante da competição, pós-Copa. Lembra muito o Fluminense de 2008, que iria “brincar no Brasileiro” após a Libertadores.
Em tempo: confio no Muricy. Acho que temos que dar um tempo a ele para mostrar seu trabalho. Espero que não comecem a fritá-lo desde já. O problema de planejamento é do Fluminense dos últimos anos.
No caminho havia uma Copa
Muito me preocupam esses primeiros 7 jogos.
Para falar a verdade, todos os 38 me preocupam, mas vejo que estamos deixando tudo para depois da Copa. Reforços após a Copa, trabalho do Muricy aparecendo só depois da Copa…
E esses 7 jogos?
Sete jogos são quase 20% da competição.
Como eu queria não sofrer tanto esse ano…
Um dos heróis do 6 de dezembro

“Chorei, não procurei esconder, todos viram
Fingiram pena de mim. Não precisava.
Ali onde eu chorei, qualquer um chorava.
Dar a volta por cima que eu dei, quero ver quem dava”
“Volta por cima”. A composição de Paulo Vanzolini é perfeita para definir o que foi o final da temporada de 2009 para o Fluminense e para os tricolores. Ainda está viva na memória a arrancada final para a salvação nas últimas rodadas do campeonato brasileiro, contra a lógica, contra os números, contra os abutres que torciam contra. Obviamente não é o tipo de glória que queremos para o Fluminense, mas dadas as circunstâncias e a situação absurda em que nos encontrávamos, foi sim, uma trajetória digna de registro e de orgulho.
Um dos heróis daquela epopéia, longe, no entanto, dos holofotes, foi Mario Bittencourt. Mario, assim como Fred, assim como Conca, assim como Cuca, assim também como Ricardo Tenório, com certeza, foi um dos craques daquela jornada. Ele que já deu tantas vitórias para o Fluminense na área jurídica, sua especialidade, também compôs aquele “time de guerreiros”, que foi o facho solitário de luz dentro de um ano que se prometia trágico, acordando para a guerra a melhor e mais bela torcida do Brasil.
Mário agora se despede do futebol do Fluminense. Leve, Mário, com você, o nosso agradecimento. Pelo trabalho realizado e por termos podido dar aquele grande suspiro de alívio no final da tarde do inesquecível dia 6 de dezembro.
Temos certeza que você no futuro estará novamente conosco, para outras jornadas, porém não mais para evitar a humilhação, mas para nos ajudar a levar o Fluminense ao seu lugar de direito e de destino: o topo.
Valeu, cara!
O país da hipocrisia
Curioso. Muito curioso. Só o fato de isso estar em discussão já é uma uma aberração. Uma contradição a mais nesse país de contradições. Ora, a CBF não diz que considera o Sport campeão brasileiro de 1987? Achemos justo ou não, é o que a CBF diz considerar, já que inclusive foi o Sport quem disputou a Libertadores de 1988. Se é assim, por que discussão? Pela CBF, organizadora do torneio, quem conquistou cinco vezes primeiro foi o São Paulo. Ponto. Não há o que se discutir. Em qualquer país da Europa a taça já estaria entregue há muito tempo. Mas este é o país da hipocrisia. Este é o país da contradição. Não se enganem. O que está sendo discutido na verdade não é quem vai ficar com a tal taça e sim quem é, de fato, o campeão brasileiro de 1987, já que apesar de toda a hipocrisia nacional, com toda a imprensa mostrando o Flamengo como hexacampeão, aquele aninho ali, 1987, incomoda. Aquele asterisco que sempre aparece em todas as relações de títulos brasileiros, incomoda. Muita gente, inclusive Ricardo Teixeira, eu creio, está empenhada em dar o título de 1987 para o Flamengo, nem que seja dividido com o Sport. Para acalmar os paulistas, talvez criem uma segunda Taça de Bolinhas. Aí, numa cerimônia cheia de pompa e graça, entregarão uma para o Flamengo e outra para o São Paulo. Assim ficam todos felizes. Vence o São Paulo, vence o Flamengo, vencem os dois principais estados da federação. E vence principalmente a hipocrisia nacional.
Pela ressurreição do time de guerreiros

O que houve com o time do Fluminense? Partidas como a deste domingo são inadmissíveis! Derrota para um time mais fraco, cambaleante no campeonato e que vinha de derrotas para equipes de pequeno porte! Onde está o time de guerreiros? Como pode um time de jovens causar sono em quem os assiste?
Algo está muito errado nas Laranjeiras!